Grupo efetua “ação de Commandos” na Venezuela, e ministro da Defesa Bolivariano acusa Presidente Bolsonaro de cumplicidade - Geopolítica MundialGeopolítica Mundial
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publicado em:23/12/19 10:45 AM por: marcelo_mb_rj Notícias

Grupos de homens armados invadiram uma instalação militar no sul da Venezuela no início de 22 de dezembro, causando destruição parcial de prédios, roubando grande quantidade armas e matando um soldado , segundo as autoridades bolivarianas. O incidente ocorreu no Parque Nacional Gran Sabana, localizado no grande estado sulista de Bolívar.

Segundo a mídia local El Pitazo, o ataque foi liderado por um soldado desertor que é procurado por incitação à rebelião entre a tropa. O grupo também teriam emboscado um outro destacamento militar e uma delegacia de polícia, levando mais de 100 fuzis, grande quantidade de munição e outros equipamentos, e fugindo deixando muitas instalações sabotadas que explodiram durante a fuga dos grupos.

O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, disse que o ataque foi realizado por “setores extremistas da oposição” sem nomear nenhum indivíduo ou grupo especìfico.

O ministro Vladmir Padrino também acusa diretamente o governo da Colômbia, Perù e do Brasil por apoiar indiretamente essas ações, permitindo que grupos mercenàrios se escondam nos respectivos territòrios desses paìses.

O Presidente Jair Bolsonaro foi acusado diretamente de ser colaborador da ação na declaração do Twitter do Ministro Vladmir Padrino, como podemos ver no print abaixo:

https://twitter.com/jorgerpsuv/status/1208851511666790401

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“Hoje cedo, uma unidade militar foi atacada no sul do país por facções extremistas da oposição, com um grande número de armas roubadas”, escreveu Padrino no Twitter.

“ Foi nesse ataque terrorista que um oficial do exército foi morto. ” ele adicionou.

O ministro da Defesa revelou que seis pessoas foram presas perto da fronteira com o Brasil e estavam sendo interrogadas.

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, descreveu os agressores como “mercenários” baseados no Peru. Ele chamou o ataque de parte da estratégia regional para desestabilizar o país.

Apesar do ainda grande controle sobre as forças armadas bolivarianas, as deserções continuam com frequência e muitos dos militares venezuelanos desertores são experientes combatentes, e muitos sendo treinados na Russia, mas que não mais compactuam com a doutrina bolivarianista. Muitos desses desertores são considerados “discipulos de Óscar Alberto Pérez”, um policial militar venezuelano e líder de um grupo de resistência política contra Nicolás Maduro, morto em combate em janeiro de 2018.

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Possibilidade de rebelião em curso?

De acordo com informações de dissidentes politicos venezuelanos, muitos membros da Guarda Nacional Bolivariana da Venezuela se rebelaram, juntamente com reservistas indígenas, contra o governo do presidente Maduro no estado de Bolívar, próximo à fronteira brasileira.

Durante a ação, armas e munições teriam sido tomadas e ocorreram enfrentamentos entre os rebeldes e militares leais ao presidente Nicolás Maduro.

Conforme publicou o portal Infobae, a ação foi iniciada por membros do batalhão da Guarda Nacional Bolivariana 513 Mariano Montilla na cidade de Luepa.

Conforme publicou em sua conta no Twitter Ricardo Delgado, ex-prefeito do município venezuelano de Gran Sabana, um comandante foi feito refém pelos rebeldes.

Última hora. Sublevação de oficiais do batalhão 513 Mariano Montilla, tomaram como refém o comandante, se dirigem a Santa Elena, estão fazendo chamado à população civil e à GNB para que se unam ao exército libertador e comecem a pôr fim à usurpação.

Além dos militares, pelo menos 30 indígenas teriam estado envolvidos na ação, de acordo com Delgado.

  • Com informações do Ministério da Defesa Bolivariano da Venezuela e STF Analysis & Intelligence via redação Orbis Defense Europe.

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Source: DefesaTV





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