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publicado em:3/06/19 12:30 PM por: marcelo_mb_rj Notícias

A empresa de tecnologias Huawei não é uma empresa militar apesar de seu fundador, Ren Zhengfei, ter tido uma carreira no Exército, disse o ministro da Defesa da China, general Wei Fenghe, em meio a crescentes tensões entre EUA e China.

Os EUA colocaram a Huawei, no dia 16 de maio em uma “lista de entidades” que agem contra a segurança nacional. Com esta medida foi restringida o seu acesso a componentes fabricados nos EUA para seus equipamentos.

O Departamento de Comércio alegou que a Huawei estava envolvida em atividades contrárias à segurança nacional dos EUA ou a interesses de política externa.

O governo americano emitiu um comunicado, dizendo que em 90 dias irá proibir o acesso da empresa aos componentes, na nota se explica que este tempo é necessário para permitir atualizações de software e outras obrigações contratuais.

“A Huawei não é uma empresa militar. Não pense que porque o chefe da Huawei foi parte das forças armadas, então agora que a empresa que ele construiu é parte do exército,” enfatizou o general Wei enquanto discursava durante o evento Shangri-La Dialogue em Cingapura.

“Não faz sentido, porque muitos ex-militares, após sua aposentadoria, criaram empresas de vários segmentos em todo o mundo”, disse o general Wei, que é o primeiro ministro da Defesa chinês desde 2011.

O Ministério do Comércio da China disse semana passada que divulgará sua própria lista de “entidades não confiáveis”. O general Wei também disse que a porta ainda está aberta para conversas com os EUA sobre a questão comercial.

“Sobre o atrito comercial iniciado pelos EUA: se eles (EUA) quiserem conversar, manteremos a porta aberta. Se eles querem lutar, estamos prontos também“, disse ele.

Os Estados Unidos e a China estão presos em uma amarga disputa comercial de um ano que levou o governo Trump a aumentar recentemente as tarifas de US$ 250 bilhões em produtos chineses.

Trump está exigindo que a China reduza o enorme déficit comercial que no ano passado subiu para mais de US$ 539 bilhões. Ele também está pressionando por medidas verificáveis ​​para proteção dos direitos de propriedade intelectual (IPR), transferência de tecnologia e mais acesso a produtos americanos para os mercados chineses.

  • Com informações do The Economic Times
  • Tradução e Adaptação: DefesaTV

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Source: DefesaTV





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